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Banco Alimentar Contra a Fome QUEM SOMOS


Os Bancos Alimentares Contra a Fome são...

Uma resposta necessária mas provisória, porque "toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente que lhe assegure e à sua família, a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda aos serviços sociais necessários" (Excerto do artigo 25º da Declaração Universal dos Direitos do Homem)

Uma vocação

Os Bancos Alimentares são Instituições Particulares de Solidariedade Social que lutam contra o desperdício de produtos alimentares, encaminhando-os para distribuição gratuita às pessoas carenciadas.

Uma ética

A acção dos Bancos Alimentares assenta na gratuidade, na dádiva, na partilha, no voluntariado e no mecenato.

Um compromisso

Os Bancos Alimentares em actividade recolhem e distribuem várias dezenas de milhares de toneladas de produtos e apoiam ao longo de todo o ano, a acção de mais de 1.800 instituições em Portugal. Por sua vez, estas distribuem refeições confeccionadas e cabazes de alimentos a pessoas comprovadamente carenciadas, abrangendo já a distribuição total mais de 275.000 pessoas.
A Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome coordena esta acção, anima a rede disponibilizando informação e meios materiais, representa os Bancos Alimentares Contra a Fome junto dos poderes públicos, das empresas de âmbito nacional e de organizações internacionais e efectua, a nível nacional, a repartição de algumas dádivas, criando uma vasta cadeia de solidariedade.
Podes saber mais aqui!

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A sopa

Se saúde queres ter… Sopa deves comer!
Comer sopa…. Isso é “coisa” de criança!

Nada mais errado pensar desta forma. A sopa é um dos pratos mais importantes e ricos que se pode comer.
Porquê? Vejamos a sua composição: produtos hortícolas, tubérculos, leguminosas que nos fornecem vitaminas, proteínas, fibras, minerais, água, entre outros. 
Sabias que a ingestão regular de sopa te ajuda a prevenir doenças, como por exemplo o AVC (acidente vascular cerebral), a diabetes, a obesidade… Concluindo, a sopa é um alimento fundamental para uma alimentação equilibrada!

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Alimente esta Ideia

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Vale ouro!

O grão-de-bico é um alimento mais rico do que o feijão em muitos aspectos.
Entre 20% e 30% da sua constituição é pura proteína.
Possui muitas fibras, zinco, potássio, ferro, cálcio e magnésio.
Se for consumido todos os dias, faz ganhar massa muscular, aumenta o bom humor, reduz o nível de colesterol ruim e regula os intestinos. Mas a sua qualidade mais famosa é a de gerar felicidade: possui mais triptofano do que o feijão, o mesmo aminoácido essencial que faz do chocolate essa bela fonte de bem-estar e redução do stress.
"Em seres humanos metabolicamente normais, o aumento do consumo do grão-de-bico tem como conseqüência uma maior produção da serotonina", destacam Leonardo S. Boiteux e Maria Esther de Noronha Fonseca, do Laboratório de Melhoramento Genético & Análise Genômica do Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças (CNPH) da Embrapa Hortaliças, em Brasília. Por ter ómega 3 e 6, é indicado para prevenir doenças cardiovasculares. E quem tem diabetes ou está lutando contra a obesidade também pode beneficiar da leguminosa. "Tem carboidratos complexos, ou seja, possui uma metabolização lenta no organismo. Por também ser rico em fibras, proporciona uma sensação de saciedade, e a pessoa só vai sentir fome bem mais tarde", explica a nutricionista baiana Solange Carvalho. Os pesquisadores da Embrapa Hortaliças destacam que as sementes do grão-de-bico também acumulam mais fitoestrogénios do que as do feijão - substâncias que têm acção preventiva na osteoporose e em problemas cardiovasculares. Os fitoestrogénios também são usados na reposição hormonal após a menopausa.
(Esta mensagem circula através do correio eletrónico. Não se conhece o autor.)

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Ainda "quentes e boas"!

Aconselhamos a leitura deste artigo publicado hoje no jornal Público, na secção do bem-estar, Dicionário dos Alimentos. O referido artigo é da responsabilidade do Nutricionista, Dr. Pedro Carvalho.

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Novembro chegou...

Novembro é um mês de transição do calor para o frio.  Ainda sentimos o sol, ainda lhe sentimos o calor, mas percebemos que está perto a estação dos frios e das chuvas. Felizmente, sem grandes rigores, comparando com outros onde em Novembro já não se fala de chuva mas sim de neve.
Quando falamos em prazeres de Outono, estamos, a maioria de nós, a referir as castanhas assadas que nos preenchem o paladar, já bem estimulado pela tradição.
O que sabemos nós sobre as castanhas? Que são assadas em fogareiros próprios por "homens das castanhas" que percorrem as ruas das cidades a anunciar "quentes e boas". E mais?
Para sabermos mais, aconselhamos um artigo publicado na internet pela Câmara Municipal de Mirandela e que nos fala de todo o valor da castanha....
Vamos ler!
"Com o Outono chegam as castanhas assadas. Sabia que as castanhas, que actualmente são quase um pitéu, tiveram, noutros tempos, uma enorme importância na dieta dos portugueses? No século XVII, eram mesmo um dos produtos básicos da alimentação dos beirões e transmontanos, chegando, se necessário, a substituir o pão ou as batatas.
A castanha é usada na alimentação desde tempos pré-históricos e a respectiva árvore - Castanea sativa  -  foi introduzida na Europa há cerca de três mil anos. Contudo, no livro de Jorge Lage, "Castanea...", no sub-capítulo, "O castanheiro em Portugal", na página 35, ao citar o mais importante botânico nacional vivo, Prof. Jorge Paiva, refere-se que os estudos polínicos levados a cabo na Serra da Estrela provam o contrário, apontando para uma data bem mais recuada, e hoje é considerada uma árvore autóctone.
A castanha que comemos é, de facto, uma semente que surge no interior de um ouriço (o fruto do castanheiro). Mas, embora seja uma semente como as nozes, tem muito menos gordura e muito mais amido (um hidrato de carbono), o que lhe dá outras possibilidades de uso na alimentação. As castanhas têm mesmo cerca do dobro da percentagem de amido das batatas. São também ricas em vitaminas C e B6 e uma boa fonte potássio.
As castanhas são comidas assadas ou cozidas com erva-doce. Mas, antes de cozinhadas, deve-se retalhar a casca. Como se pode ver no quadro, têm bastante água e, quando são aquecidas, essa água passa a vapor. A pressão do vapor vai aumentando e "empurrando" a casca e, se esta não tiver levado um golpe, a castanha pode explodir.
O amido é uma reserva de energia das plantas e existe, sobretudo, nas raízes e nas sementes. Surge com uma estrutura coesa e organizada, com zonas cristalinas e outras amorfas, chamada grânulo.
Quando cozinhamos alimentos com elevadas percentagens de amido um dos objectivos é torná-los digeríveis. A frio, a estrutura do amido mantém-se inalterada. Mas, quando é aquecido na presença de água (e a castanha contém água na sua constituição), grandes modificações ocorrem. A energia térmica introduzida enfraquece as ligações entre as moléculas do amido, a estrutura granular "relaxa" e alguma água penetra no interior dos grânulos, que incham, formando um complexo gelatinoso com a água. É isto o que acontece quando cozinhamos castanhas e lhes altera a textura.
A recolha de dados para este trabalho centralizar-se-á sobretudo na excelente obra de Jorge Lage «Castanea – Uma Dádiva dos Deuses», cuja publicação teve o apoio das Câmaras Municipais de Valpaços e de Mirandela.
Existem várias espécies de castanha. Em Bragança as mais comuns são a camarinha, a judia, e a longal ou enxerta.
A castanha tem aplicações na medicina. As folhas, a casca, as flores e o fruto têm sido utilizados devido às suas propriedades curativas e profiláticas, adstringentes, sedativas, tónicas, vitamínicas, remineralizantes e estomáquicas.
Pelo seu valor nutritivo e energético, era utiliza outrora em vários estados de mal-estar e doença. É também tónica, estimulante cerebral e sexual, anti-anémica (castanha crua), anticéptica e revitalizante. Para afinar as cordas vocais e debelar a faringite e a tosse nada melhor do que gargarejos com infusão de folhas de castanheiro ou de ouriços.
A castanha constitui um tema para ditos, lengalengas, canções, quadras e contos populares, sobretudo no Nordeste Transmontano.
Em Mirandela usa-se o termo muchetar as castanhas, cortar com a faca antes de serem cozidas ou assadas. Por associação, levar um muchete é levar um apertão com os dois primeiros dedos da mão, geralmente dados por rapazes ou homens atrevidos a raparigas e mulheres néscias e que pode ser o começo de “entradas mais audazes”.
As castanhas assadas e descascadas ou peladas tomam o nome de bilhós (bullós em galego)."

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Dia Mundial da Alimentação2011

Outras das atividades organizadas pela Educação para a Saúde no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação2011 foi o fornecimento de leite gratuito aos alunos, de 17 a 28 de Outubro, no bufete da EB D. Pedro Varela.
A referida atividade teve como objetivo s suprir algumas necessidades alimentares dos mais necessitados, e promover o aumento de consumo deste laticíneo, considerado um dos alimentos mais completos, cujo consumo remonta aos nossos antepassados do período do Neolítico, à cerca de 6000 a. c.
O principal componente do leite é a água, possuindo também  glúcidos, lípidos, proteínas de alto valor nutritivo, vitaminas A, B, D e minerais, nomeadamente o cálcio e o fósforo.
O consumo regular de leite é aconselhável em todas as faixas etárias.
Na infância e na adolescência é imprescindível a ingestão diária de leite e/ou derivados para assegurar um crescimento normal, ossos e dentes saudáveis, devido ao seu teor em cálcio e fósforo, e à vitamina D  responsável pela fixação do cálcio.  
No desenvolvimento desta atividade contámos com o apoio da empresa o Azeiteiro, para quem enviamos os nossos calorosos agradecimentos.

                                                        

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